quinta-feira, 22 de março de 2012

Capitão América

Na trama, Steve Rogers era um jovem com muita vontade de auxiliar seu país durante a 2ª Guerra. Por ser fanzino e não conseguir se alistar nas forças armadas, aceitou participar do experimento do soro do supersoldado do cientista Dr. Abraham Erskine que, em conjunto com os raios vita, resultou na transformação de Steve no sensacional super-herói das forças aliadas, o Capitão América.

O Capitão não foi o primeiro super-herói de quadrinhos com o uniforme baseado na bandeira dos Estados Unidos. Publicado pela editora MLJ (hoje Archie), o “Escudo”, de Irv Novick e Harry Shorten, tinha a data de janeiro de 1940 na capa. Na verdade, existia uma certa concorrência entre as duas figuras, a ponto da MLJ,a certa altura, implicar com o escudo do rival da Timely.

No decorrer da guerra, o Capitão participou de inúmeras missões, seja ao lado de seu parceiro juvenil, Bucky, ou ao lado do Tocha Humana original e Namor, o Príncipe Submarino (o grupo desses heróis fora batizado mais tarde de “Invasores”).

O popular Defensor da Liberdade desapareceu das bancas nos anos 50. Mas em 1964, a Marvel, desta vez capitaniada por Stan Lee & Jack Kirby, resolveu trazê-lo de volta. Para explicar o não-envelhecimento do herói na trama e o desaparecimento de Bucky, os autores vieram com uma explicação na base do acredite se quiser: durante a tentativa de deter um avião-bomba lançado pelo nazista Barão Zemo, Bucky morreu e o nosso herói caiu nas águas frias do oceano, onde permaneceu congelado num bloco de gelo por décadas, o que impediu seu envelhecimento.

O Capitão também já fez sucesso no cinema e na TV. Em 1944 virou seriado de matinê, com Dick Purcell. Nos anos 60, foi transformado em desenho animado. Em 1979 houve dois telefilmes com Reb Brown. Em 1990, estrelou um filme feito para o cinema, com Matt Salinger e direção de Albert Pyun. E agora Chris Evans empunha o famoso escudo em “Capitão América — O primeiro vingador” (2011).

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